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Centro de Terapia Intensiva CTI é um lugar de vida. Por mais que pareça contrariar o senso comum, esta é a visão da equipe que trabalha no Centro de Terapia Intensiva da Clínica São Vicente, que engloba duas unidades (UTI1 e UTI2).
Neste lugar onde são atendidos casos graves, o stress, o medo, as dúvidas e as preocupações geralmente acompanham o paciente e sua família. Na Clínica São Vicente, estas questões estão diretamente associadas ao tratamento, no que se convencionou chamar de HUMANIZAÇÃO. A equipe está habilitada para praticar o atendimento médico em sua verdadeira grandeza: ir além do atendimento à doença, entendendo necessidades e angústias da família e oferecendo constante apoio psicológico.
Um novo conceito em CTI A Clínica São Vicente foi um dos primeiros hospitais do Rio de Janeiro a implantar os serviços de Terapia Intensiva, em 1984. E, por ter sido um dos hospitais pioneiros em cirurgia cardíaca no Rio de Janeiro, em 1993 re-inaugurou a UTI com foco em cardiologia, profissionais especializados e infra-estrutura de ponta. Em outubro de 2005, a Clínica São Vicente inaugurou a UTI2 que se tornou a primeira Unidade de Tratamento Intensivo do Rio de Janeiro com foco em neurologia/neurocirurgia e pneumologia. A unidade conta com equipamentos de ventilação não-invasiva – máscaras que permitem que o paciente estável não seja entubado.
Suítes na UTI2 Nesta nova UTI, outro diferencial: são sete suítes privativas que permitem a acomodação de um acompanhante por quarto, durante todo o período de recuperação, sem risco para a segurança do paciente. Como em todas as unidades fechadas, uma central de monitores por telemetria recebe sinais vitais dos pacientes que são acompanhados permanentemente por enfermeiros e médicos. O acompanhante é orientado pela equipe sobre como se portar nas diferentes situações.
A proximidade entre familiares e equipe de saúde possibilita a criação de um elo maior entre todos. A família passa a estar mais próxima do diagnóstico, do tratamento e do prognóstico. Embora ainda não haja índices para medir os resultados deste trabalho, ele tem mudado – para melhor – a forma como as pessoas enfrentam a permanência em uma UTI.
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